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Releases / Lançamentos

  • Bidenomics nos trópicos
    Bidenomics nos trópicos

    FGV Editora lança obra sobre a política econômica brasileira baseada no plano do governo americano

    ‘Bidenomics nos trópicos’ analisa o plano econômico e social de Joe Biden  

    e suas possíveis adequações à realidade do Brasil

    Organizada pelos economistas André Roncaglia e Nelson Barbosa, e publicada pela FGV Editora, ‘Bidenomics nos trópicos’ reúne contribuições de diversos especialistas brasileiros em áreas centrais do Plano Biden, e apresenta reflexões teóricas e históricas sobre desenvolvimento econômico; análises setoriais; políticas econômicas e de financiamento, em uma sequência que busca oferecer uma visão de conjunto sobre o problema do desenvolvimento econômico brasileiro à luz da iniciativa do atual presidente americano.

    O governo Biden lançou um plano ambicioso de política econômica nos EUA, centrado em três planos objetivos de política fiscal e medidas complementares de apoio aos trabalhadores e combate à desigualdade, que representam uma ruptura com a lógica de política econômica adotada nos EUA desde os anos 1980.

    Do lado fiscal, a primeira medida foi um “Plano de Resgate”, de US$ 1,9 trilhão, focado em transferências de renda às famílias mais pobres e com o impacto concentrado em 2021-22, para tirar a economia norte-americana mais rápido da recessão da Covid.

    Alguns meses após, Biden anunciou um “Plano de Empregos”, de US$ 2,3 trilhões, focado em investimentos em infraestrutura e inovação, incluindo mais gasto público na “economia dos cuidados” e na transição para fontes sustentáveis de energia.

    A terceira iniciativa fiscal veio em abril, em um Plano de Auxílio às Famílias Americanas, no valor de US$ 1,8 trilhão, distribuído em 10 anos, e focado no gasto social com educação e saúde, além de desoneração tributária para famílias de baixa renda.

    Motivada pela mudança na direção das políticas econômicas nos EUA, a obra reúne análises dos próprios organizadores, bem como de Bráulio Borges, Camila Gramkow, Carlos A. Grabois Gadelha, Débora Freire Cardoso, Felipe Augusto Machado, Gabriel Muricca Galípolo , Guilherme Magacho, Gustavo Pereira Serra, João Romero, Julia Braga, Luis Felipe Giesteira, Luiz Carlos Bresser-Pereira, Luiza Nassif-Pires, Manoel Pires, Nelson Marconi, Paulo Gala, Roberto Andrés, Rodrigo Octávio Orair, Tulio Chiarini e Uallace Moreira.

    Guardadas as proporções e as possibilidades, esta disputa de visões nos EUA é bastante inspiradora para o Brasil e o livro busca sondar o potencial das capacidades já construídas em nosso país para adequá-las aos anseios e aos desafios do século XXI. Além disso, ilustra as restrições que se impõem sobre possibilidades econômicas nacionais de efetuar tal transição. Estado empresas e famílias com elevados níveis de endividamento e cambaleante confiança no futuro deparam-se com um cenário de alta pressão inflacionária (doméstica e importada) e profunda crise social. Por este motivo, o conjunto de posturas políticas e econômicas conhecida como Bidenomics precisa de uma versão tropical. Este livro é um convite a este esforço de reflexão.

    A obra está disponível em formato digital no site da FGV Editora, bem como na Amazon, iBooks e GooglePlay.

     

    Bidenomics nos trópicos

    André Roncaglia e Nelson Barbosa

    FGV Editora

    Ebook - R$36,00

  • Antigos, modernos, selvagens
    Antigos, modernos, selvagens

    FGV Editora lança tradução do historiador François Hartog

    Antigos, modernos, selvagens traça uma história intelectual da cultura europeia

    ‘Antigos, modernos, selvagens’ é a primeira edição em língua portuguesa publicada no Brasil pela FGV Editora. Nesta obra, o historiador francês François Hartog traça paralelos entre figuras históricas emblemáticas ou entre noções vindas da Antiguidade e retomadas pelos Modernos, acrescentando uma terceira figura, surgida com a descoberta do Novo Mundo: a do Selvagem.

    Inspirado na obra Tristes Tropiques de Lévi-Strauss, Hartog inicia uma nova investigação: dos antigos aos modernos, dos modernos aos selvagens, dos selvagens aos antigos, ele questiona os espaços intermediários, as discrepâncias e as interações entre esses três conceitos.

    Às reflexões que conduziu sobre a alteridade e a fronteira, em uma perspectiva de uma história cultural do mundo antigo, e às obras que publicou sobre a escrita da História antiga e moderna, François Hartog acrescenta nesta obra um novo questionamento: a dos usos modernos e das apropriações da Antiguidade.

    Assim, abordando desde a Antiguidade até a segunda metade do século XX, a obra pretende ser uma contribuição para uma história intelectual da cultura europeia, com uma dedicação do autor aos “entre espaços”, às lacunas, às discordâncias e também às interações entre os três termos, com sua convicção de que permanecer simplesmente no confronto entre Antigos e Modernos certamente teria sido mais fácil, mas insuficiente.

     

    Webinar de lançamento:

    7/10/2021, às 18h, Canal FGV no Youtubr

     

  • Invisíveis: uma etnografia sobre brasileiros sem documento
    Invisíveis: uma etnografia sobre brasileiros sem documento

    FGV Editora lança obra sobre os ‘Invisíveis’

     

    Livro mostra como a certidão de nascimento se torna um passo imprescindível no longo caminho da cidadania

     

    Em Invisíveis: uma etnografia sobre brasileiros sem documento, a jornalista e professora universitária Fernanda da Escóssia apresenta o resultado de sua tese de doutorado sobre as trajetórias de brasileiros adultos sem certidão de nascimento. Durante dois anos, a autora mergulhou no cotidiano de um serviço público e gratuito de emissão de certidões instalado num ônibus na Praça Onze, no Centro do Rio de Janeiro.

    Quem não tem registro de nascimento não pode tirar nenhum outro documento. Não vota, não tem emprego formal, conta em banco ou bens em seu nome. Apenas consegue atendimento médico de emergência e não pode ser incluído em políticas sociais. O acesso à educação é limitado, pois as escolas costumam exigir documentação para as matrículas. Dados da antiga Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) contabilizaram em 2015 cerca de 3 milhões de brasileiros de variadas idades sem documentos, mas não há estatísticas atualizadas sobre o tema.

    O livro narra as experiências desses brasileiros indocumentados, ilegíveis pelo Estado, invisíveis em seu próprio país. Valoriza histórias de vida como a de uma mulher que, sem certidão, não podia ser operada de um câncer; outra, na busca pelo documento, reencontrou a irmã de quem fora separada havia mais de 20 anos. “Invisíveis” relata a chegada dessas pessoas ao ônibus e as estratégias que elas utilizam para provar que de fato são quem dizem ser. Ao combinar uma escuta atenta e uma escrita sensível, o trabalho permite conhecer as respostas dessas pessoas a perguntas sobre ‘Como um adulto vive sem documentos numa sociedade documentada’, ‘Como se vê sem documentos’ e ‘Que papel atribui ao registro de nascimento.’

    Esta etnografia publicada pela FGV Editora apresenta por fim uma reflexão sobre o valor do documento. A autora apresenta a hipótese de que, na busca pela documentação, a dimensão imediata e inegável de “para que serve o registro de nascimento” se junta a outra, que remete a uma nova busca, por direitos, acesso à cidadania e recuperação da própria história familiar. E mostra que a conquista do registro de nascimento, com os direitos que ele garante, é parte de um processo maior de construção de identidade e cidadania.

     

    Lançamento | Webinar - 25/10/2021, às 18h00

    Canal da FGV no Youtube

  • Segurança Pública após 1988: história de uma construção inacabada
    Segurança Pública após 1988: história de uma construção inacabada

    FGV Editora lança obra sobre a segurança pública no Brasil

     

    Organizado por Marco Aurelio Ruediger, diretor da Diretoria de Análises e Políticas Públicas (FGV DAPP) e por Renato S. de Lima, professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) e presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o livro Segurança Pública após 1988: História de uma construção inacabada aborda questões como: a organização da segurança pública; as diferentes iniciativas de combate ao crime - legislação, políticas públicas e programas -; a formação e a consolidação de organizações criminosas no território brasileiro e o debate público nas redes sociais acerca do tema da segurança no país.

    A obra, publicada pela FGV Editora, contribui para o campo da Segurança Pública trazendo entrevistas inéditas realizadas com importantes atores políticos, como: Nelson Jobim, Gilmar Mendes, Tarso Genro e Raul Jungmann. Além disso, nos brinda com análises sobre o debate de Segurança Pública nas redes sociais e artigos acadêmicos elaborados por especialistas na área.

    A seção Percepções conta com uma análise aprofundada sobre o debate da Segurança Pública nas redes sociais, a partir de monitoramento da sociedade em rede feito com metodologia própria da FGV DAPP.

    O livro está disponível no formato digital à venda no site da FGV Editora e em lojas como Amazon, iBooks e GooglePlay.

  • Indivíduo e comunidade em Spinoza
    Indivíduo e comunidade em Spinoza

    FGV Editora lança ‘Indivíduo e comunidade em Spinoza’

    Obra de Alexandre Matheron sobre Spinoza ganha versão em português

    Esta obra de Matheron, publicada pela primeira vez em 1968 e reeditada em 1988 pela Éditions de Minuit de Paris, chega agora em português ao público brasileiro pela FGV Editora, com tradução da engenheira Martha de Aratanha, do professor Baptiste Grasset e do professor Emanuel Rocha Fragoso.

    A riqueza da obra ‘Indivíduo e comunidade em Spinoza’ alicerça-se num paradoxo, pois pretende atender aos mais exigentes parâmetros objetivistas e racionalistas da disciplina austera à qual pertence: a História da Filosofia. No entanto, a esses parâmetros Matheron acrescenta outros, cujo objetivismo e cujo racionalismo radicais fogem a boa parte dos preceitos que costumam imperar sobre as práticas da simples interpretação de textos. Obra complexa e profunda, permeada não só pelas sutilezas do conhecimento que disseca e divulga, mas também por uma sofisticação de linguagem essencial à consecução dos seus objetivos, Indivíduo e comunidade em Spinoza contém uma original abordagem ao pensamento de Spinoza.

    Como Guéroult e Deleuze, Matheron pratica uma leitura genética da obra de Spinoza. Contra a tendência ensaística demasiado frequente entre os intérpretes (sobretudo na época), trata-se de partir do texto e de decifrar os recursos próprios do texto para lograr elucidar o sentido do texto. As intuições subjetivas, as hipóteses aventadas a esmo, os hábitos de leitura exclusivamente consolidados pela autoridade da tradição do comentário são rechaçados.

    Para Matheron, o sistema filosófico elaborado por Spinoza e a verdade descoberta aos poucos pelo seu pensamento, à medida que vem intensificando a compreensão que ele tem de si mesmo, são duas coisas distintas. O método de Matheron almeja dar voz e prioridade sistemática a este Spinoza que se torna spinozista. A verdade spinozista, isto é, o pensamento de Spinoza geneticamente compreendido e perfeitamente desenvolvido do ponto de vista da unidade orgânica, ou seja, da densidade demonstrativa, tem um valor que, para Matheron, ultrapassa, e muito, o simples interesse filológico ou histórico: tal verdade é a própria chave de decifragem da realidade. Em virtude deste princípio geral de análise, o comentador reorganiza a estrutura fatual do texto segundo a ordem genética de suas razões e diretrizes, e não hesita em emendar demonstrações que, a seu ver, permaneceram incompletas, ou em preencher o que, de acordo com a lógica do pensamento spinozista enquanto unidade orgânica total perfeita, parece ser uma falha pontual ou uma lacuna anormal nas demonstrações efetivamente produzidas no texto. Concretamente, ao invés de explicar o texto sob a batuta de sua ordem fatual e, portanto, ao invés de partir da metafísica de Spinoza, Matheron, em nome da verdade do pensamento acabado e completo do filósofo, parte da doutrina do conatus.

    A obra está disponível exclusivamente em formato digital no site da FGV Editora e demais plataformas de vendas de ebook.

     

    Webinar de lançamento dia 30 de setembro, às 18h00, no canal da FGV no Youtube.

  • Corrupção e o escândalo da Lava Jato na América Latina
    Corrupção e o escândalo da Lava Jato na América Latina

    FGV Editora e Universidade de Columbia lançam o livro

     ‘Corrupção e o escândalo da Lava Jato na América Latina’

    A obra apresenta um balanço equilibrado desse caso histórico e transformador,

    tornando-se leitura indispensável para estudos sobre o tema da corrupção.

     

    No momento em que este livro é lançado em português pela FGV Editora em parceria com a Escola de Relações Públicas e Internacionais (SIPA) da Universidade de Columbia e o Columbia Global Centers do Rio de Janeiro, a estrutura institucional da Lava Jato no Brasil está perdendo o impulso, com a extinção deste modelo de força-tarefa por determinação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

    Com o devido distanciamento do período de pleno funcionamento da Lava Jato, o tempo presente parece apropriado para dar um passo atrás e avaliar o real significado de tudo o que aconteceu. O livro ‘Corrupção e o escândalo da Lava Jato na América Latina’, organizado por Paul Lagunes, Fernanda Odilla e Jan Svejnar, contribui para o entendimento desta operação ao separar as dimensões políticas do escândalo que abalou o Brasil das menos aparentes, porém mais impor­tantes, “lições aprendidas” da Lava Jato sobre o combate à corrupção.

    Nos 15 capítulos da obra, 19 autores e autoras do Brasil e de outros países receberam o desafio de deixar de lado suas inclinações políticas para olhar novamente para este episódio. Os artigos, escritos em linguagem clara e acessível, consideram a questão da corrupção de uma forma que vai muito além de críticas e interpretações de procedimentos criminais e minúcias da aplicação da lei.

    Neste livro, a maior investigação contra a corrupção no mundo é analisada sob diferentes perspectivas, abarcando não apenas aspectos judiciais, mas também práticas cotidianas da corrupção sistemática e a forma como a política, a mídia e a administração operaram em tal contexto, com o distanciamento temporal dos acalorados debates políticos, e inclui ainda entrevistas com alguns de seus principais atores, como Deltan Dallagnol, Sergio Moro e Glenn Greenwald.

    A coletânea é um chamado à luta, para que cidadãos preocupados exijam transparência e responsabilidade daqueles que nos governam com propósitos corruptos.

    Para marcar este lançamento, vamos promover um webinar especial com a participação da organizadora da obra, Fernanda Odilla, e das autoras que contribuíram com seus capítulos, Ana Luiza Aranha, Raquel de Mattos Pimenta, Daniela Campello e Beatriz Bulla.

     

    Lançamento:

    Dia 27/7/2021, às 18h

    Canal FGV no Youtube